Crescimento econômico no Brasil é refém do crédito e do consumo
Liberação de até 20% dos saldo do FGTS para pagar dívidas, como estuda o governo federal, reabilita a capacidade de consumo de milhões de endividados. Pode ser bom para o PIB, mas condena o Brasil a manter a baixíssima taxa de poupança doméstica
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